Sobre mim
Escolhi a Psicologia em 2009, movida pela curiosidade que as conversas com familiares da área despertavam em mim: a possibilidade de existirem profissionais capazes de acompanhar pessoas em seu sofrimento, reconhecido ou não, quando elas ainda não sabem como lidar com ele.
Durante a graduação, meu olhar se voltou para a psicologia dentro do hospital, na maternidade, na oncologia e nos cuidados paliativos. Por isso fiz minha especialização no Hospital de Clínicas da UFPR, já na abordagem que me interessava: a Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung.
Atuei em hospitais gerais de Curitiba, nos mais diversos setores, e no consultório. Em 2020 escolhi me dedicar inteiramente à psicologia clínica, acompanhando também pessoas em tratamento de alguma doença.
O que mais me move neste trabalho é a relação de confiança entre paciente e psicóloga. É ela que permite que o trabalho aconteça.
Graduação em Psicologia
Associação Catarinense de Ensino (ACE), Joinville/SC.
Especialização em Psicologia Clínica
Residência no Complexo Hospital de Clínicas da UFPR, com ênfase em Psicologia Analítica e atuação em Oncologia e Hematologia.
Formação continuada, em curso
Grupo de Estudos e Supervisão Clínica com a psicóloga Eliane Luconi.
Sobre mim
Psicóloga clínica há 13 anos, com formação em Psicologia Analítica e experiência em oncologia, maternidade e UTI neonatal.
Minha forma de atender
O vínculo se constitui conforme a relação terapêutica acontece. Desde o início, porém, é essencial sentir que este é um lugar em que se pode confiar e falar sobre o que desejar, sem medo do julgamento.
O trabalho é pautado no diálogo. A conversa flui, e não se força o acesso a conteúdos que ainda não estão maduros o suficiente para serem conversados e trabalhados.
O desafio é que cada pessoa, que em grande parte desconhece a própria personalidade, se veja em condições de trilhar de forma consciente o caminho que lhe faz sentido e reconheça sua responsabilidade para consigo. É um processo lento, que só pode ser construído por meio dessa relação.
A confiança que se estabelece entre paciente e psicóloga é o que permite que o trabalho aconteça. Sem a entrega, não se alcançam os lugares mais sensíveis que a psique habita.
É ali que passamos a verdadeiramente nos conhecer e a ser donos, até onde o inconsciente permite acessar, das nossas percepções e decisões.
Próximo passo
Muitas pessoas têm uma imagem distorcida da terapia por causa do senso comum. Conhecer o processo pela experiência vale a pena, e nada impede de não iniciar ou de interromper depois.